Спутник ФКИ. Inho-1. [Редактировать]

Инхо -1—китайский зонд для исследования Марса, запущенный вместе с российским зондом «Фобос- Грунт». Размеры зонда: 0,75 м в длину, 0,75 м в ширину и 0,60 м в высоту, масса — 110 кг, зонд расчитан на два года научной миссии.

Предполагалось выведение зонда на околомарсианскую орбиту. После выведения остался внутри переходной фермы КА «Фобос-Грунт».

Основные научные задачи включают в себя:

  • Детальное исследование окружающей среды плазмы и магнитного поля;
  • Изучение процессов покидания ионами Марса;
  • Измерение параметров ионосферы аппаратами «Инхо-1» и «Фобос-Грунт», сосредоточив внимание на субсолнечных и ночных регионах планеты;
  • Наблюдение песчаных бурь

Дополнительная классификация

#Наименования
1Страна производитель - Китай
2Страна оператор(владелец) - Китай
3Тип оператора(владельца) - государственный

Технические характеристики

#ХарактеристикаЗначение
1Масса, кг110
2Габариты, метра0,75х0,75х0,60

Информация об удачном запуске

#ХарактеристикаЗначение
1Космодром Байконур
2Дата пуска2011-11-08 at 20:16:00 UTC
3Полезная нагрузка 1xPhobos-Grunt
4Полезная нагрузка 1xInho-1
5Ракета-носитель 1xЗенит 2S

Найдено 68 документов по запросу «Inho-1». [Перейти к поиску]


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0.11/5
...  R inho  R TEGL R homo  R inho  (2) l TEGL (3) σ TEGL A l homo l  l inho  TEGL  TE A  TE A  TE l inho A - A insul... obtained as follows: σ TEGL  1    σ TE   l inho   1  l TEGL     l inho /l TEGL      1  A insul /A          1 (6) Calculation of...   κ inho A (8) ΔT inho linho qTE   κ TE A - Ainsul  qinsul   κ insul Ainsul (9) ΔT inho linho (10) ΔT inho linho (11) where κinho is the thermal... expressed as follows: κ inho A ΔT inho  κ TE  A  A insul l inho  ΔT inho l inho  κ insul A insul ΔT inho l inho (12) Equation (12) can then be summed up as follows:  A κ inho... : 5 ΔT TEGL  ΔT homo  ΔT inho l TEGL ΔT TEGL   q TEGL (15) κ TEGL A  l inho l homo l   q TEGL TEGL κ TE A κ TE A ΔT homo   q TEGL ΔT inho   q TEGL (14) l inho (16) (17) κ inho A where ΔTTEGL is...  l TEGL  q TEGL  l inho l TEGL  l inho l inho  q TEGL κ TE A κ inho A l TEGL  κ TE  l inhoinho (18) (19) Equation... be obtained as follows : κ TEGL  1  l inho κ TE κ insul κ TE  1 Ainsul A  1  l TEGL κ insul κ TE  1 Ainsul A  1   l inho lTEGL 6 (20) Fig. S3. Process...



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0.2/5
VOLUME 11112 SÉRIE IV SEPARATA DE oAROUEOLOGO PORTUGUES Fundado por J~ Leite de Vasconcelos João Luís Cardoso A Arqueologia portuguesa do pós-guerra vista pela correspondência de 0, da Veiga Ferreira a Abel Viana LISBOA 1993-1994 A Arq ueo log ia p ort ugu esa d o p ós-gu e rra v ista pe la correspo nd ê ncia de o. ela Veiga Fe rre ira a Abe l Viana Jo,10 Luís Cardoso· Ã memória de O. da I'e,gfl Ferreira O.D.e Resumo Neste trabalho publicam-se 42 canas e carlúes da correspondêncill envi;tda por O. da Veiga Fe rreira a Abel Viana , ent re Feven:iro de 1949 e Setembro de 1962. Trat:~-sc da totlllid:lde dos dOCLLlllenlOS datados daquele acervo, incluindo um:1 carl;1 manuscrita situ5vel em 1952 ou 1953 li qual. pelo seu interesse foi também reproduzida . Ab:lfcam , pois, texlo o períod o do pós-guerra. fllzendo um retrato fidedigno dos circunsta ncialismos que, ent;io, deler111in (!I/ Febm{//y 1949 allc/ Sep/ember /962. 71Jey cOlIslilu/e al/llle daled dommellls available, inclllc/iug a J/IclIIlIscripl dafed fl'Om 1952 ar 1953 wbicb. git:ell its impor/m/ce, is also /rclIIscribed. '/1J(!se docl/mel//s cover rbe Pos/-wC/r periOt:1, illl/s/ralil/g (he pretlC/ilíllg POl1/1gllese a/'cbaeological aclivilies aI /be lime. /II (bis seI/se, Ihese docl/meuts are of IlIldeuiable i/llereS!, cOl/lribufing to /be History of pol1/1gllese ArcbaL->ology. FII/1bermo/'e, Ibey alies/ fbe rell]a rkable (lIId piollcer eff0l1 of o. da Veiga Ferreira mui Abel I'itllut i1/ fbe field oJ arcbae%gical research. recog1/ized evellJollr decades la/er. • Acadcrni:1 l'onll~lIcs~ d;. J 1i.~16r':1 c Un'\'cr:;i(i"dc Ahcna. Cemro Ue l':"'tuUru. AHjUcoI6}l'cos do Conrelho de Ocir:.s (Gnwr.. Municip,tI de Ocir..s), Oilrtlllt'ÓlO1l,O l 'vrlllgllt%. St.'rie 11'. J 1/ 12. 1993- 1994./). 291·3,38. )oiio Lrlís Curdoso- A Arqllrologul />Ort1/81/('$(/ do pós-g//(!ITtI 293 Introdução Os quarenta e dois documentos, entre cartas e posta is, que serão agora objecto de publicação, correspondem, apenas, ao conjumo dauldo da correspondência enviada por O. da Veiga Ferreira a Abel Viana, a qll de índole j:!("'O16gi el Vi;m;I elllr.I, dt:sl:I fon11a. no quotidiano cil.'n1ífico de O. da Vt:iga Ferrdra , logo no início d;I sua lIctividade como :Irqueólogo. em 1945. Sendo já um investigador plenamente finnado no Ill(;!io portugu ês. \'iria :t o riemar (e disciplinar) a ev idente capacid:ld e de trab:tlho e entusiasmo pela investigação arqueológica desde logo demonstradas por Veiga Ferreir... t:nt:io j:í com 37 anos. Nestc COntcxto, encontrou p:lnicular :Ipoio por pane do seu Director e Amigo, o Eng. Amónio de C;Istello-Ur:lIlco, cuj:I tomada de posse corno Director dos Serviços Geológicos. C;!111 1949, pr:t l icameme coincidiu com a Imnsferência de Veiga Ferreira para esta Inst ituiç;io. sendo ali firmemente prol\:giclo pelo seu imedi:Ho superior hier.lJ'quico. Doutor Georges Zhyszewski. eminente geólogo c. de próprio, uqueólogo pionei ro em Portu g:I] do estudo das indüstrias p .. leoHlicas. cm col:Jbor:tç;10 com 11 . Breuil. Na corre5]X'lndência Or.! publicada, aflor.lm pormcnorc.:.'S de gr.lOde interesse par.I a compreens:lo cl:IS drcu nst5ncias em que se desenvolvia a actividade arqueológica c m Po rtuga !. nas décadas de 1940 e 1950. Registam-se :ISIX'dOS relativos às escavações da n o t:í vel n ec rópole pré-históricll da se rra de Mondlique. org:lOiz:lcla em diversos nüeleos sepulcrais - entre oUl ros. os de Esgr:l v:II:Idoiro ou Buço Prelo. Eir:1 Cavada. Palmt.'ir::l, Uello.:! Fr::mce ou Quint:1 di Fmncesa e Mir.lOte da Mat:1 - demonstmnclo. p el:t pril1lcir:1 vez cm Portugal. a ° o AIYI'w{'/Uf:(') PortllX"'''s. s..ri.,I\ . 1111]. 1993- 19<,)4. P 291 -.HH joiiQ /.l/Í$ úlfYfvsu - A II "flll'tÂ'*'ft/ fJQm,""':"~ ~:'~':/":/p~: ':",':":":~:::" ___________ fig. I _ Da c..querd" par-.1 " ("~":I: Jo."':: Formol>lOho, O d:J vc,~" Ft'm:ir.o c A. Viall:l.. :Iqu,mdo na!> Calda!> de MoochKjuc (foto "f:,d:, .. m 17 de: SC... mhro de 19-+-). nc:.J\"'(Õc~ da~ Fig. 2 - o . da Vei ga Ferreir:l, {olOgr:l(aoo nas Caldas de Mom::hique, a .'Iuseu Etnológico do Doutor Leite de Vasconcelos, e ruão mais conhecido por MMuseu de BeI (: m ~ e Professor de Arqueologia. d:1 Fa.cu ldade de Le tras da Universida.de de Lisboa. o Doutor Manuel Hele no. Com e fe ito, por fo rça da Icgisl:I ~,,;10 então em vigor, aquela Instituiç'do detinha :Iutoridadc par:I intervir nos :!chados :uq ueo lógicos que se efectu assem em qua lquer ponto d o território n:lcion:ll, o que, n:IlUf activid:\d\!s, atra\'és do envio regubr de relatórios, por forma :1 este p :I. O, da Veiga Ferrcir..1 que mantinha contactos corda tos com M. Ikleno a pesa r da emotiv:1 linguagem ep islol:lr por vezes utilizada. enconlr..lva-sc melhor protegido do ponto de vista insti· tucional. Com efeito. no diploma legal que del"iniu as atribu i~:ões dos Serviços Geológicos de POrlllga l. dt· 1918, refere-se, explicitamente, a im'c~tjgaç:io arqut:ológic:1 pré-histórica. c.!>peci:tl mente :IS situaçôes direClamente relacionad:lS com o ...



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0.63/5
...) REACH US 24 x 7 inho-navy@nic.in msis-inho-navy@nic.in... List Cautionary Notes FEEDBACK: msis-inho-navy@nic.in INSIST ON... Fax: 0091-135 – 2748373 Email: inho-navy@nic.in Website: www... Fax: 022 – 22751049 Email: ncdm-inho-navy@nic.in Naval Chart...



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0.18/5
... organizing committee chaired by Dr. Inho Choi, President of the Korean... my heartfelt gratitude to Dr. Inho Choi and the committee members...



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0.07/5
.... On the opposite, in the inho mogeneous model, some droplets are... of aerosols is studied: Using inho mogeneous distributions of heterogeneous ice... identified. Adjustments fo r temper ature inho mogeneities have been made using..., as well as lo ngitudinal inho mogeneities in to pography a nd...



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0.27/5
... Lee (2012). 90 (7) Ku salam-i Inho-eykey [ku/caki-ka Swuni-lul DEM man-NOM Inho-DAT [he/SELF-NOM Swuni...-PST-DECL ‘He1 said to Inho that he1/*2 would help Swuni...



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0.17/5
...-Hyeon Kim, Yoon-Min Kim, Inho Nam, Kyung-Seok Oh, SAMSUNG...] SPS6, [7973-95]SPS6 Nam, Inho [7974-25]SPS1 Nam, Jeong...



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0.25/5
... VINTE ANOS , COA UNIVERSIDADE DE M INHO. É VERDADE QUE CONSTITÚE UNHA CONVERXENCIA...ÍA”, CON SEDES NAS UNIVERSIDADES DE M INHO E A C ORUÑA DARÁ O SOPORTE CIENTÍFICO...



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0.17/5
/, ,. ' ' - COLON DZACAO, -> - PENETRACAO DO CAPITAL ..:. A E DEPENDENCIA II (ANGOLA) PARTE TESE PARA 0 DOUTORAMENTO APRESENTADA POR ADELINO A. TORRES GUIMARAES NO INSTITUTO SUPERIOR DE ECONOMIA LISBOA . - 11.3 - I NTR0 DU9 i 0 Este trabalho refere-se ~ situagao colonial de Angola. e, parcialmente, de s. Tome e Principe, durante o primeiro quar·~· tel do seculo XX, mas recorre sempre que necessaria a elementor; comparatives dos periodos anterior e posterior. Como tema central e fio condutor, pretendemos demonstr~~ que, embora sa verifique a exist@ncia de capital comercial e de uma estratificagao social em classes, nao se encontra implantada em Angola uma economia capitalista propriamente dita, na au-· s@ncia das suas componentes fundamentais: trabalho assalariado "livrett e mercado interno. Ness as condigoes, definimos a economia colonial angol Republica, em particular atraves da obra desenvolvida por Nor-· ton de Matos. AJ3 tentativas deste para romper o equilibria esta,gnado e estagnante de urn colonialismo arcaico e introduzir em Angola uma din~mica de tipo capitalista, encontraram fortes resist~n- cia,s, em especial ju.,"lto das pequ.enas empresa.s cuja viabilidade repousava sobre o trabalho gratuito dos africanos. Faltando-lhe na Metr6pole o apoio (talvez decisive) de uma burguesia industrial ainda demasiado fraca, sem meios tecnicos, econ6micos e humanos adequados, os planes ambiciosos de Norton de Matos acaba.ram por fracassar. Entre outras mul tiplas - razoes, eles revelaram-se sem duvida rios. extempor~eos e contradit6- - 118 - Extempor~neOS porque, rupt~a.s que nem os colonos lla.S condi9oes da epoca, SUpl.tnhalll pod.ia.m aceitar, nem o governo de Lisboa ousava assumir. Contradi t6rios na am ..9 SI!;CULO 1.1. ~ QUE.S,TOE3 P~ELIMIN~ Antes de entrarmos propria.mente na analise da prol)lema-· tica econ6mica e socio-econ6mica angolana do principia do secu··· lo xx, e necessaria mol6gicos - ~ - por motivos quanta mais nao seja episte- fazer duas precisoes: a primeira refere-se ao pro- blema da definigao do conceito de "capitalismo" e sua aplicagao, bern como ~ distingao importante entre ~ e E_aE.~_alis~£· A segunda diz respeito ao enquadramento do termo "clas- se" ligado, neste trabalho, ~ estrutura socioprofissional e ~ correspondente estratificagao social em Angola. Paralelamente, procede-se lista t~m ~ cr:f.tica de alguns conceitos que na sinta.xe colonia- urn conteudo sem~ntico al tamente discutivel ( "superio-· ridade/inferioridade", "nao civilizado"). Apresentamos na primeira parte alguns elementos referen-· tes ao seculo XIX q_ue nos permit:iram. apreciar nao s6 o caracter assaz tardio da ocupagao colonial portugnesa em Angola 9 mas tambern certos veiculos e processes da penetragao do capital na Metropole., - 120 - Esta integra9ao col6nias/Metr6pole ou, mais precisamente neste caso, Angola/Portugal, com a consecuente acumula.9ao do capital na Metr6pole, nao representa sem duvida uma novid0.de te6rica 168 , embora, no que diz respeito ~s col6nias portuguesas, ainda haja urn enorme campo a investiga.r, apesar das contribui- . . 9oes, a 1gumas f un dament a~s, que nos u'lt ~mos anos . v~eram a 1ume 169 • Essas invest igagoes sao, e terao de continuar a ser, interdisci·plinares, porq_ue uma visao moderna e cientifica dos problemas assim o exige. Por outro lado, se ate agora nos referimos ~ "lenta pe- netragao da economia de mercado" e ~ "acumulagao do capital comerciaP' em beneficio das classes possedentes (colonial e metropolitana), abstivemo-nos de falar de capitalismo propriamente dito em Angola como sistema instituido, conceito que, a nosso ver, poe questoes complexas e exige precau9oes metodol6gicas. (168) "( ••• ) Les tresors erlorques hors de l'Europe par le travail force des indig~nes reduits en esclavage, par la concussion, le pillage et le meurtre, refluaient ~ la m~re-patrie pottr y fonctionner comme capital". Cf. MARX 1960-1971, lQ, III, p. 196. ( 169) Por exemplo, alem de invest igadores es·crangeiros como C. BoXER, BIRMINGHAM, G. BENDER, H. PCSSINGER, F. W. HEIMER, R. PELISSIER, W. G. CLARENCE-SMITH, etc., autores portugueses como Eduardo de Sousa Ferreira, Alfredo Margarido, Jose Capela, Valentim Alexandre, Carlos Alberto l\'Iedeiros, .M. Villaverde Cabral e Miriam Halpern Pereira, bern como, evidentemente, Vitorino M. Godinho, J. Borges de Macedo, sem falar de autores conhecidos das decadas anteriores a 1974: Marcelo Caete.no, Adriano Moreira, Henrique Galvao que, independentemente do acord.o ou desacordo que se possa ter COm OS SeUS pontes de vista, nao podem ser de modo algum ignorados. Entre OS autores africanos e necessario seguir OS trabalhos de Henrique Abranches, Henrique Guerra, Eugenio Ferreira, por exemplo, assim como as investigagoes ja importantes do Centro de Estudos Juricanos da Universidade !11ondlane (:Maputo). - Com efeito o capital comercial quando nao acompanhado de mercado interne e de mao-de-obra livre, s6 pode desembocar em riq~eza usuraria ou, quanta muito, ...



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0.14/5
... pre-processing of data analysis, Inho Kim, Aditi Chattopadhyay, Arizona State... Alicia [9057-49] S10a Kim, Inho [9061-108] S13b Kim, In...